II UNIDADE
10 de julho de 2012 • 08h54 • Visualizado às 16h56 - Fonte: Terra
Senador pela Guiana Francesa: ataque foi 'declaração de guerra'
A polícia francesa está à busca de oito garimpeiros brasileiros suspeitos de terem matado dois militares que fiscalizavam a extração ilegal de minérios na Guiana Francesa. O ataque foi chamado de "declaração de guerra dos garimpeiros brasileiros contra a França" por um senador pela Guiana Francesa, Jean-Etienne Antoinette, em artigo assinado na edição desta terça-feira no jornal Le Monde.
No final de junho, garimpeiros brasileiros atacaram um helicóptero francês na Guiana Francesa (que não causou vítimas) e mataram dois soldados franceses em uma emboscada na Floresta Amazônica. As autoridades francesas transferiram a lista dos brasileiros suspeitos à polícia do Suriname - país vizinho à Guiana Francesa -, onde eles podem estar foragidos. "Esses criminosos serão perseguidos e levados à Justiça", declarou o ministro dos territórios franceses ultramarinos, Victorin Lurel.
Segundo a imprensa francesa, 30 garimpeiros brasileiros ilegais foram presos na semana passada no Suriname. Mas o principal suspeito do ataque que matou dois militares franceses não foi ainda detido, afirmou o coronel Bruno Phalippou, da polícia militar de Cayena, na Guiana Francesa.
Nova etapa
O senador Antoinette diz no artigo do Le Monde que o ataque marca uma "nova etapa" no problema dos garimpeiros brasileiros ilegais na Guiana Francesa. "Ao matar dois militares e ferir dois outros que estavam em missão, os garimpeiros criaram um precedente e deixaram de ser somente criminosos ambientais para se tornar um novo tipo de bandidos fortemente armados", escreve ele.
"A violência dos garimpeiros não apenas ganhou maior intensidade, como também mudou de natureza. Ataque de helicóptero que estava pousando, emboscada na floresta, tiros contra operações de barragem, uso de armas de guerra!", diz o senador. As atividades clandestinas de garimpeiros brasileiros na Guiana Francesa, que é território ultramarino da França, ganharam força a partir do início da década de 90 e desde então são uma grande preocupação para as autoridades francesas.
O governo francês acusa esses garimpeiros de causar inúmeros danos ambientais, sobretudo a poluição dos rios com mercúrio, e também problemas de segurança e violência para as populações da região.
Operação Harpie
Em 2008, durante uma visita dos ex-presidentes Lula e Nicolas Sarkozy à Guiana, foi firmado um acordo de cooperação entre o Brasil e a França para prevenir e lutar contra a exploração ilegal de ouro em áreas protegidas da floresta. A operação Harpie, como é chamada a cooperação entre autoridades judiciárias, administrativas e militares francesas e brasileiras, utiliza entre 400 e 500 soldados para lutar contra o garimpo ilegal de ouro na Guiana Francesa.
Os soldados mortos, identificados como Stephane Moralia e Sebastien Pissot, integravam a operação Harpie. O senador diz no seu texto que uma "grave lição" deve ser tirada desse ataque contra soldados franceses e defende a necessidade de se reformular a operação Harpie "em função da natureza real do fenômeno na Guiana Francesa".
Para ele, o governo francês deveria "se interrogar sobre a vontade real do Congresso brasileiro de pôr fim ao problema", já que o acordo firmado em 2008 ainda não foi ratificado pelo Brasil (o Parlamento francês ratificou o texto no ano passado). O senador diz que as autoridades francesas devem "questionar com firmeza o Brasil em relação à sua responsabilidade nas ações armadas de brasileiros no território francês".
Problemas que o trafico de garimpeiros brasileiros ilegais geram, são declarados como uma “declaração de guerra”
Este então anunciado “declaração de guerra contra a França” deu-se pelo envolvimento de garimpeiros de nacionalidade brasileira no ataque um helicóptero francês na Guiana Francesa (que não causou vítimas) e mataram dois soldados franceses em uma emboscada na Floresta Amazônica. Este ataque é marcado como uma nova fase pelo Senador Antoinette, dizendo que estes brasileiros passaram de garimpeiros ilegais para um novo tipo de bandidos fortemente armados.
Esta violência não apenas continuou como também se intensificou ao mudar a sua natureza. A atuação destes garimpeiros tem sido os arquitetos de problemas (como as mortes) causados para impedir ações que os impeça de continuar com este sistema ilegal.
Mas deve ser realizado uma investigação mais aprofundada, pois estes bandidos tem agido devido á fronteira ser um local de bom uso para o trafico, causando inúmeros danos ambientais. O governo questiona o Brasil devido ao acordo firmado em 2008 a qual o país não ratificou sendo que a França o ratificou ano passado.
O Brasil deve ter responsabilidade nas nações armadas no território Frances, assim o governo afirma. Esta deve ser uma medida tomada assim como uma investigação para prender todos estes garimpeiros ilegais(grupo de bandidos) para acabar com esta intriga, assim a França deixará de acreditar que pode ser uma tentativa ou declaração de guerra, porém somente com a prisão destes bandidos que vem agindo devido ao trafico e causando problemas ambientais.
Por: Vanderléia Cardoso
12/07/2012 13h51 - Visualizado em 12/07/2012 14h45 - Fonte: G1
Dilma diz que nação se mede por políticas sociais e não pelo PIB
A presidente Dilma Rousseff declarou nesta quinta-feira que a grandeza de uma nação deve ser medida por meio das políticas públicas voltadas para crianças e adolescentes e não pelo Produto Interno Bruto (PIB).
Dilma avaliou a política de creches do governo federal como uma de suas prioridades e disse que a educação de qualidade é o que viabilizará ao país um padrão de primeiro mundo.
'Uma grande nação deve ser medida por aquilo que faz com as suas crianças e adolescentes. Não é o Produto Interno Bruto (PIB), é a capacidade do país, do governo e da sociedade de proteger o que é o seu presente e o seu futuro, que são suas crianças e adolescentes', disse a presidente.
A declaração foi dada durante a 9ª Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente. A finalidade da conferência é debater a Política Nacional e o Plano Decenal dos Direitos Humanos da Criança e do Adolescente.
A projeção para o crescimento do PIB deste ano foi revista pelo Banco Central de 3,5% para 2,5%.
Dilma citou programas do governo como o 'Brasil Carinhoso', 'Crack é possível vencer' e 'Viver sem limites', por meio dos quais, de acordo com a presidente o governo tem destinado mais recursos a Estados e municípios para a implementação de políticas voltadas para crianças e adolescentes, sobretudo na chamada primeira infância.
'Nós temos de ter um país com jovens, adultos e crianças com grande nível de escolaridade porque nós vamos disputar o que é a economia moderna, que é a economia do conhecimento', afirmou. Ela disse ainda que o seu governo tem compromisso com a educação de qualidade para todos os níveis de escolaridade.
Para declarar ótimas medidas políticas á crianças e adolescentes é necessário uma discussão sobre á educação
O país deve ser analisado pelo seu PIB? Pelas suas medidas tomadas em relação ás crianças e adolescentes? Ao índice de pobreza\miséria? O “melhoramento” da Educação? Estes são quatro tópicos importantes a ser analisados, entretanto Dilma ressalta apenas á medidas políticas que devem\deveram ser implantadas em relação á crianças e adolescentes.
Realmente este é um fator relevante, mas para que estas medidas tomadas em relação ao menor sejam eficazes, é necessário uma boa formação, mas á questão é: As escolas públicas tem apresentado uma boa formação? Isto depende de muitos, o governo mostra em suas falas e em seus comerciais que o índice de educação está crescendo.Mas esta não é bem á verdade. Eles se interessam em números, se lá consta que determinada quantidade de pessoas concluíram o ensino médio e outros estão á concluir. Mas não olham se a grade curricular tem sido cumprida.
Algumas escolas possui uma má estrutura, salas muito cheias e poucos professores. É difícil um professor ensinar nestas condições e ainda assim possuir baixos salários.
Porém existe um fato importante o índice de pobreza no Brasil diminuiu caiu 7,9% entre janeiro de 2011 e janeiro de 2012 e as desigualdades continuam a diminuir, segundo uma pesquisa realizada e publicada por Marcelo Neri. O estudo mostra que, de janeiro de 2011 a janeiro de 2012, o índice de Gini, que mede a desigualdade numa escala de 0 a 1, caiu 2,1%, passando de 0,53 para 0,51 e que o crescimento da renda familiar per capita média foi 2,7% nos 12 meses estudados.
Sendo este um bom avanço, mas existem medidas que devem ser realizadas na educação, para então afirmar que as medidas políticas em relação as crianças e adolescentes, tem sido eficazes, pois é necessário uma ótima formação dos mesmos. Realmente o país poderia ser analisado pelas suas medidas políticas se estas fossem realmente boa para o país.
Por: Vanderléia Cardoso
I UNIDADE
18/04/2012 17h41 -
Atualizado em 18/04/2012 17h41
Obama ataca projeto de orçamento do rival republicano Romney
Presidente
fez campanha em Ohio, estado-chave das eleições americanas.
Democrata comparou propostas do rival com o governo de Bush filho.
Democrata comparou propostas do rival com o governo de Bush filho.
Da AFP
O presidente dos
Estados Unidos, Barack Obama, criticou nesta quarta-feira (18) o projeto de
orçamento de seu provável adversário republicano nas eleições presidenciais
Mitt Romney, ao falar, no estado de Ohio, daqueles "que não parecem se
lembrar da forma como os Estados Unidos foram construídos".
Na história
eleitoral dos Estados
Unidos, nenhum republicano conquistou a Presidência sem sair vitorioso em
Ohio, sinal do status de estado-chave.
Foi a vigésima
viagem de Obama à região, desde o início de seu mandato, em janeiro de 2009.
O presidente
democrata, em visita a um estabelecimento de formação profissional em Elyria
(norte), defendeu o investimento em centros desse tipo. "É como investir
num novo caminho, para saldar um enorme débito com as comunidades rurais - não
é um complô para distribuir a riqueza", afirmou.
O presidente dos EUA, Barack Obama, durante debate
em Elyria, Ohio, nesta quarta-feira (18) (Foto: Reuters)
"Eles
continuam a nos dizer que (...) se reduzirmos os impostos de todos e
convertermos em reduções de impostos, em particular para os ricos, esses
investimentos em centros de formação, em pesquisa e no sistema de saúde, a
economia seriam reforçados, e Ohio e o restante do país prosperariam. Pelo
menos em teoria", destacou.
"Nós já
testamos esta teoria. Olhem o que aconteceu entre 2000 e 2008", lançou,
referindo-se aos mandatos de seu predecessor republicano George W. Bush.
"Em vez de
termos visto nossa economia se reforçar, grande parte do nosso sistema
financeiro quase desabou. E passamos três anos e meio para limpar tudo",
observou.
"Em vez de
recuar e reconhecer que não deu certo (...) eles decidiram voltar à
carga". "Agora, os republicanos de Washington, que querem se tornar
presidentes, propõem orçamentos que instituem, ainda, mais reduções de impostos
para os americanos mais ricos", denunciou.
O discurso de Romney declara um governo igual ao de George W. Bush?
Romney em seu discurso, propõe melhoras no estado de Ohio, com fins
lucrativos, e o resto do país também teria a sua economia reforçada.
Obama destaca e compara o discurso de Romney
com governo de Bush, que propôs as mesmas coisas, porém isto foi somente na teoria,
pois na pratica de reforçar a economia, praticamente tudo desabou( assim Obama
cita).
Então levando em conta o que Obama disse a
respeito de Romney estar fazendo propostas a qual se iguala as de George W.
Bush, é necessário analisar o que foi e como foi o governo de George W. Bush,
que ao mesmo tempo que quase conseguiu com que a economia acabasse, conseguiu
manter o país como potência, utilizando da intimidação, como a guerra no Iraque,
e a bomba de Hiroshima, fez com que outros países não se levantasse contra ele
por medo.
Por: Vanderléia Cardoso
Atualizado em
08/04/2012 10h21
EUA e Afeganistão assinam acordo sobre bombardeios noturnos
Bombardeios
noturnos agora serão responsabilidade dos afegãos.
Militares dos EUA dizem que ataques são úteis na guerra contra os talibãs.
Militares dos EUA dizem que ataques são úteis na guerra contra os talibãs.
Da France Presse
Comente agora
Afeganistão e Estados
Unidos chegaram a um acordo sobre as operações das forças especiais no país
afetado pela insurgência, informou neste domingo (8) o governo de Cabul,
segundo o qual os bombardeios noturnos, um tema controverso, serão agora responsabilidade
dos afegãos.O ministério das Relações Exteriores afegão convidou os jornalistas para a cerimônia de assinatura do acordo, neste domingo (8), e o porta-voz do presidente Hamid Karzai, Aimal Fazzi, disse à AFP que “após a assinatura do documento, todos os bombardeios serão dirigidos pelos afegãos”. “As forças estrangeiras, as forças americanas, desempenharão um papel de apoio nos bombardeios, como, por exemplo, compartilhar informação", acrescentou.
Os bombardeios noturnos das posições insurgentes, realizados por forças especiais, provocaram o descontentamento popular e são, há tempos, fonte de atrito com o presidente afegão, Hamid Karzai, que acusa as operações da Otan de imprudentes. Mas os militares ocidentais insistem que os ataques são extremamente úteis na guerra contra os guerrilheiros talibãs.
“Haverá um corpo conjunto, composto por forças afegãs e americanas e da Otan”, disse Faizi. "Quando houver a necessidade de levar adiante um bombardeio noturno, a decisão será tomada por este corpo e a decisão final será tomada pelos afegãos", acrescentou.
"Quando os afegãos aprovarem uma operação, esta operação será executada e os afegãos decidirão se é necessária a participação de forças estrangeiras", acrescentou. "Se houver necessidade, os estrangeiros desempenharão um papel de apoio com assistência aérea ou outras tecnologias modernas", continuou.
Também será necessária uma ordem das autoridades legais afegãs, disse. Uma cerimônia de assinatura do acordo estava prevista para às 15h00 locais (às 8h30, no horário de Brasília) deste domingo (8) no Ministério das Relações Exteriores. Um porta-voz da embaixada americana se negou a confirmar o acordo.
Os interesses em acabar
com os rebeldes talibãs, possibilita acordo entre Afeganistão e Estados Unidos
O acordo
entre o Afeganistão e o Estados Unidos,
faz com que o responsável pelos bombardeios noturnos sejam liderados/ responsáveis pelos afegãos.
Porem os Estados Unidos deverá ajudar se for
preciso, mediante a aprovação dos afegãos
a operação. Pois as forças especiais
só seram enviados como base de apoio pra o Afeganistão.Mas se levarmos
em conta o histórico em relação as de rivalidades contra os guerrilheiros
talibãs, é de interesse dos EUA que estes rebeldes sejam exterminados,
independente do meio para que isto venha ocorrer, neste contexto é o
Afeganistão que possibilitará e comandará esta operação.
Por: Vanderléia Cardoso