III UNIDADE
04 de outubro de 2012 - 10h25 - Visualizado em 04 de outubro de 2012
Suspeita de 30 mil casos de dengue deixa Paraguai em alerta
O governo do Paraguai
determinou alerta sanitário no país devido aos mais de 30 mil casos de suspeita
de dengue. O Ministério da Saúde do Paraguai informou ontem que o alarme se
justifica principalmente na capital, Assunção, e no Centro e Oeste do país. Por
enquanto, 29 mil casos foram confirmados.
Apenas na semana passada, houve
104 novas notificações de casos suspeitos de dengue, registrando uma redução de
6,3% em relação à semana anterior, quando foram identificados 111 casos. De
acordo com os dados, 78% das vítimas vivem no Centro e Oeste. Nas últimas três
semanas foram 287 notificações em 15 departamentos do país.
Para as autoridades do país, o
período considerado mais delicado para a transmissão da doença, que começa em
dezembro e se estende até fevereiro, ainda não chegou. No verão, as
temperaturas no Paraguai variam de 35°C a 40ºC.
A dengue é transmitida pela
picada do mosquito Aedes aegypti que costuma ocupar áreas nas quais a água se
acumula. Os sintomas são febre alta, erupções cutâneas, dores de cabeça e
vômitos. A dengue do tipo hemorrágica pode levar à morte.
Com informações da emissora multiestatal de televisão, Telesur
Dengue no Paraguai
A população do Paraguai vem
enfrentando constantemente, problemas relacionados a doenças. Dessa vez, foi
atingida pela Dengue, doença causada pela picada de um mosquito, o Aedes aegypti, no qual provoca febre amarela, vômitos
e dores de cabeça.
Foram confirmados 29 mil casos
de pessoas que contraíram a doença e ainda existem outros que estão em processo
de avaliação, sendo apenas suspeitas.
A capital do Paraguai é o local
mais atingido. Além de Assunção, o Oeste e o Centro do país também estão em um
estado preocupante.
O
governo precisa adotar alguma medida urgente, para a resolução deste problema,
pois os dados apontados são extremamente preocupantes, isso porque ainda nem
chegou o período mais propício à doença, que é entre dezembro e fevereiro, no
verão, pois nessa época, a temperatura do Paraguai vai de 35 a 40ºC.
Por: Andréia Sarubi
Por: Andréia Sarubi
03 de outubro de 2012 - 21h31 - Visualizado
em 04 de outubro de 2012 às 12h42
Brasil propõe cooperação para proteger recursos na A. do Sul
O ministro da Defesa, Celso
Amorim, afirmou nesta quarta-feira na Bolívia que a América do Sul necessita de
uma política de "cooperação dissuasiva" para proteger seus abundantes
recursos naturais diante de "forças adversas" externas à região.
Amorim fez um discurso no
aeroporto militar da cidade de Santa Cruz na presença do presidente boliviano,
Evo Morales, ao entregar os dois primeiros helicópteros H-1H de um total de
quatro que o governo vai doar à Bolívia para a luta contra o narcotráfico.
O ministro destacou que a
América do Sul se mostra para o mundo como uma região com um grau crescente de
coesão interna, o que também reforça sua capacidade de dissuasão no exterior.
"Eu poderia dizer que a
América do Sul necessita de uma cooperação dissuasiva ou uma dissuasão
cooperativa voltada para o exterior, para que esteja preparada para proteger
seus enormes recursos naturais", disse.
"Este país, a Bolívia,
riquíssimo em muitos recursos, tem que estar protegido e o melhor seria fazer
isso de maneira cooperativa sem que, em momento algum, isso signifique
menosprezo da soberania de cada parte", acrescentou o ministro.
Amorim também enfatizou que em
meio às crises mundiais (alimentícia, energética e ambiental) os países da
região devem "estar prontos para dissuadir as forças adversas que
desconheçam" a soberania das nações para ter acesso a esse patrimônio
natural.
"As estratégias nacionais
de defesa serão mais eficazes quando puderem contar com uma articulação em
nível sul-americano", insistiu. O ministro destacou as iniciativas de
integração em andamento no Conselho de Defesa Sul-Americano da União das Nações
Sul-americanas (Unasul).
Por sua parte, Morales
agradeceu a doação das aeronaves e destacou os esforços de seu país na luta
contra o tráfico de drogas, assim como voltou a acusar os Estados Unidos de
usarem seus relatórios sobre o assunto com fins "geopolíticos".
Morales também destacou que a
Organização das Nações Unidas (ONU) em um recente relatório estabeleceu que a
Bolívia atingiu em 2011 uma redução líquida de 12% das plantações ilegais de
coca, base para a fabricação de cocaína.
Uma das principais preocupações
do Brasil é que 60% da cocaína encontrada em seu mercado vêm da Bolívia, cujo
governo garante, por sua parte, que um percentual similar da droga que circula
em território boliviano tem origem no Peru.
Ambos os países também
realizaram várias operações militares conjuntas na fronteira para o controle de
vários crimes e têm acordos para concretizar os primeiros voos de um Veículo
Aéreo Não-Tripulado (VANT) do Brasil para vigiar a fronteira, operação ainda
sem data de início. EFE
Link: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI6200859-EI8140,00-Brasil+propoe+cooperacao+para+proteger+recursos+na+A+do+Sul.html
Link: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI6200859-EI8140,00-Brasil+propoe+cooperacao+para+proteger+recursos+na+A+do+Sul.html
Proteção aos recursos da América do Sul
O ministro da defesa, Celso
Amorim, juntamente com os demais governantes do Brasil, entraram em um processo
de proteção aos recursos naturais de toda a América do Sul. Como iniciativa, o
Brasil doou quatro helicópteros para a Bolívia, a fim de amenizar o problema
com o tráfico de drogas.
Evo Morales, presidente da
Bolívia, ficou muito agradecido pelas aeronaves e enfocou que a ONU
(Organização das Nações Unidas) colocou que “a Bolívia atingiu em 2011 uma
redução líquida de 12% das plantações ilegais de coca, base para a fabricação
de cocaína”.
É possível perceber através
disso, uma preocupação por parte principalmente do Brasil, mas também de outros
países sul-americanos, com relação a cuidar de toda riqueza que pertence a
América do Sul, para que no futuro, se houver alguma crise, o continente esteja
abastecido o suficiente para suprir as necessidades de toda população.Por: Andréia Sarubi
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