II UNIDADE
11/07/2012 20h48 - Visualizado em 12/07/2012 15h36 - Fonte: G1
Pílula para evitar a Aids levanta questões
WASHINGTON, 11 Jul 2012 (AFP) -Testes clínicos que analisam o uso de antirretrovirais como forma de prevenir a Aids produziram resultados divergentes sobre a sua eficácia, segundo pesquisas publicadas nesta quarta-feira.
Os resultados de três grandes estudos realizados na África e publicados na "New England Journal of Medicine" levantam questões sobre que grupos se beneficiariam, e como deveriam ser administrados os tratamentos, dizem os autores.
A proposta, conhecida como profilaxia pré-exposição (PrEP), consiste em pessoas saudáveis que tomam antirretrovirais para evitar que sejam infectadas pelo vírus ao manterem relações sexuais com parceiros infectados.
Um estudo citado pela revista, que incluía casais heterossexuais em que uma pessoa tinha Aids, mostrou que se reduzia entre 67% e 75% o risco de contrair a doença entre os que tomavam o medicamento.
O estudo, conhecido como Partners PrEP, foi realizado entre 2008 e 2010, em Uganda e Quênia, com mais de 4.700 casais, e ministrava aleatoriamente aos casais que não tinham a doença uma dose diária de tenofovir, uma combinação de tenofovir e emtricitabina, ou um placebo.
Nos dois primeiros casos, os participantes apresentavam uma proteção "significativa", ou de "magnitude semelhante" entre os homens e as mulheres, segundo a pesquisa.
A adesão ou prosseguimento do tratamento foram altos neste estudo: 82% dos participantes selecionados aleatoriamente mostraram níveis detectáveis dos fármacos, enquanto os autores estimam que 92% prosseguiram com o tratamento.
Outro estudo citado na publicação teve que ser interrompido em abril de 2011, porque o grupo que recebia o remédio não mostrou um nível de proteção maior do que o que recebia o placebo.
Este estudo, conhecido como FEM-PrEP, foi um teste controlado aleatório de 2.120 mulheres em Quênia, África do Sul e Tanzânia. Entre elas, 33 mulheres que faziam o tratamento contraíram a doença, contra 35 que tomavam o placebo.
O estudo mostrou uma taxa de adesão ao tratamento muito menor (40%), e uma relação muito maior de efeitos colaterais, como náusea, vômito e problemas nos rins e no fígado.
O fato de que muitas mulheres que participaram do estudo consideravam ter um risco pequeno de contrair o HIV pode ter contribuído para a baixa adesão ao tratamento.
Um terceiro estudo, chamado TDF-2, do qual participaram 1.219 homens e mulheres em Botsuana, mostrou que a profilaxia pré-exposição teve uma taxa de eficácia de 62% em adultos heterossexuais sexualmente ativos.
Estudos anteriores haviam mostrado que a proposta podia reduzir os casos de HIV entre homens homossexuais em 44% no total, embora tenha havido taxas maiores entre os homens que tomava a pílula com maior regularidade.
"Por que os resultados são diferentes ao longo dos diferentes estudos realizados até hoje não está claro", destacam, em um editorial que acompanha os trabalhos, Myron Cohen, da Universidade da Carolina do Norte, e Lindsey Baden, do Brigham and Women's Hospital, em Boston.
Um painel da Agência de Alimentos e Medicamentos americana (FDA) recomendou este ano a aprovação do uso da pílula para prevenir a Aids, e a decisão do órgão é aguardada para dezembro.
As questões a serem consideradas envolvem que tipo de população poderia ser mais beneficiada, quando começar e interromper o tratamento, como evitar a resistência ao remédio, que efeitos colaterais ele poderia ter, e como garantir que o tratamento não estimule comportamentos de risco, como o sexo sem proteção.
Aids não tem cura mas cria prevenção
Foi descoberto na áfrica através de muitos testes uma pílula que deixaria uma pessoa que não tenha o vírus , ficar imune e poder ter relações sexuais com uma pessoa infectada. A ingestão da pílula não dá garantia 100%, mas o risco de contrair a doença diminuiu em aproximadamente 67%.
Algum tempo atrás esse estudo já estava em andamento, mas por estar causando efeitos colaterais nas pessoas que se prontificaram a ser ‘ cobaias ’ o estudo teve que ser interrompido e também pelo fato de que algumas mulheres que se ofereceram a fazer o tratamento em forma de teste teriam um risco muito pequeno de contagio,deixando de dar um resultado exato do que os pesquisadores precisariam. Mas felizmente os estudos foram tomados novamente esse ano e conseguiram detectar os problemas e chegarem ao resultado final positivamente.
E este ano o uso da pílula está sendo analisada para que seja aprovada para prevenir a AIDS, levando em conta que ainda restam preocupações caso o uso seja liberado como que tipo de população poderia ser mais beneficiada, quando começar e interromper o tratamento, como evitar a resistência ao remédio, que efeitos colaterais ele poderia ter, e como garantir que o tratamento não estimule comportamentos de risco, como o sexo sem proteção.
Por: Renata Machado
23/03/2012 06h45 - Visualizado em 10/07/2012 13h30 - Fonte: G1
Acampamento 'ensina racismo' na África do Sul
Documentário multimídia vencedor do World Press Photo mostra acampamento de extrema-direita racista para jovens brancos.
O documentário 'Afrikaner Blood' (Sangue Africâner, em português), das holandesas Elles van Gelder e Ilvy Njiokiktjien, ganhou o primeiro prêmio do concurso World Press Photo 2012 na categoria multimídia. O vídeo mostra adolescentes sul-africanos brancos que vão para um acampamento de verão organizado por um grupo racista de extrema-direita.
De acordo com as produtoras do documentário, o grupo Kommandokorps está ensinando garotos africâneres a 'evitar a visão de Nelson Mandela de uma nação arco-íris multicultural'.
'Muitas pessoas estão chocadas que isso exista na África do Sul - as imagens quase parecem que foram feitas no passado', disse Van Gelder à BBC.
O grupo é liderado por Franz Jooste, que foi major do Exército durante o Apartheid, regime de segregação racial que terminou em 1994 com a eleição de Mandela. As produtoras dizem que Jooste pretende criar uma nova geração de racistas, porque sua organização tem pouco suporte.
Após décadas de divisões raciais forçadas pelo governo, especialistas dizem que negros e brancos se entendem bem no país. No entanto, os negros dizem que permanecem marginalizados.
O documentário multimídia combina os vídeos de Van Gelder com as fotos de Njiokiktjien. A diretora diz que as imagens ajudam o espectador a interromper por alguns momentos o vídeo para prestar atenção nas declarações do fundador do Kommandokorps, que são 'duras e intrigantes'.
Aprendendo o racismo
Este artigo tem como finalidade fazer uma analise critica de um documentário onde pessoas brancas, grande parte jovens sul-africanos, se reuniam em um acampamento para descriminar os negros com a idéia de tornar uma nova geração racista.
Alguns anos se passaram e o governo fez com que brancos e negros não houvesse mais indiferenças , mas ainda sim, há uma certa discriminação pelo fato de muitas pessoas reforçarem a idéia de que os negros sempre teram alguma coisa ligada a marginalidade.
Infelizmente ainda existem lugares no mundo onde a cor da pele separa a sociedade e forma pessoas preconceituosas, o racismo é a tendência do pensamento, ou do modo de pensar em que se dá grande importância à noção da existência de raças humanas distintas e superiores umas às outras. Onde existe a convicção de que alguns indivíduos e sua relação entre características físicas hereditárias, e determinados traços de caráter e inteligência ou manifestações culturais, são superiores a outros. O racismo não é uma teoria científica, mas sim um conjunto de opiniões pré-concebidas onde a principal função é valorizar as diferenças biológicas entre os seres humanos, e alguns se acham melhores que os outros apenas por ter a cor de pele mais clara.
Por: Renata Machado
I UNIDADE
Crise da fome evidencia efeitos do conflito líbio em região africana
Rebeldes malineses egressos da luta na Líbia
desestabilizaram a região; tensões afetam distribuição de alimentos.
A seca na África provocou uma "situação catastrófica que exige ajuda internacional sólida e urgente", declarou nesta segunda-feira (25) o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), Jacques Diouf, logo no início da reunião de emergência que se realiza em Roma.
Criança espera tratamento em hospital dos Médicos Sem Fronteiras no campo de Dadaab, no Quênia (Foto: Schalk van Zuydam/AP)Criança espera tratamento em hospital dos Médicos Sem Fronteiras no campo de Dadaab, no Quênia (Foto: Schalk van Zuydam/AP)
"Temos que salvar vidas e reagir", afirmou Diouf, dizendo precisar de 1,6 bilhão de dólares nos próximos 12 meses e 300 milhões de dólares nos dois meses seguintes para atender às emergências da região.
A seca que afeta os países do chifre da África, a pior dos últimos 60 anos, ameaça 12 milhões de pessoas na Somália, assim como a população do Quênia, Djibuti, Sudão e Uganda.
A reunião foi convocada pela FAO a pedido da França, que atualmente preside o G20.
Banco Mundial
O Banco Mundial decidiu repassar US$ 500 milhões para ajuda de emergência aos mais afetados no Chifre da África, anunciou a instituição nesta segunda-feira, pouco antes da abertura, em Roma, da reunião para lutar contra a fome nesta região.
Esta quantia se soma aos US$ 12 milhões já desbloqueados para conceder uma ajuda imediata. "É importante agir rapidamente para diminuir o sofrimento humano, mas também estamos atentos às soluções em longo prazo", declarou o presidente do Bird, Robert Zoellick, em um comunicado.
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/07/fao-fome-na-africa-necessita-de-ajuda-massiva-e-urgente.html
A seca na África provocou uma "situação catastrófica que exige ajuda internacional sólida e urgente", declarou nesta segunda-feira (25) o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), Jacques Diouf, logo no início da reunião de emergência que se realiza em Roma.
Criança espera tratamento em hospital dos Médicos Sem Fronteiras no campo de Dadaab, no Quênia (Foto: Schalk van Zuydam/AP)Criança espera tratamento em hospital dos Médicos Sem Fronteiras no campo de Dadaab, no Quênia (Foto: Schalk van Zuydam/AP)
"Temos que salvar vidas e reagir", afirmou Diouf, dizendo precisar de 1,6 bilhão de dólares nos próximos 12 meses e 300 milhões de dólares nos dois meses seguintes para atender às emergências da região.
A seca que afeta os países do chifre da África, a pior dos últimos 60 anos, ameaça 12 milhões de pessoas na Somália, assim como a população do Quênia, Djibuti, Sudão e Uganda.
A reunião foi convocada pela FAO a pedido da França, que atualmente preside o G20.
Banco Mundial
O Banco Mundial decidiu repassar US$ 500 milhões para ajuda de emergência aos mais afetados no Chifre da África, anunciou a instituição nesta segunda-feira, pouco antes da abertura, em Roma, da reunião para lutar contra a fome nesta região.
Esta quantia se soma aos US$ 12 milhões já desbloqueados para conceder uma ajuda imediata. "É importante agir rapidamente para diminuir o sofrimento humano, mas também estamos atentos às soluções em longo prazo", declarou o presidente do Bird, Robert Zoellick, em um comunicado.
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/07/fao-fome-na-africa-necessita-de-ajuda-massiva-e-urgente.html
Crise da fome na áfrica
A áfrica está em alerta,existem pessoas morrendo de fome,de
sede,precisando urgentemente de ajuda. Lá existem pessoas que dependem de
qualquer tipo de ajuda para continuarem vivendo,mas não apenas ajudas no
momento do aperto, apenas para quando a seca chegar como receber doações de
alimentos,bebidas,dinheiro, mas o país precisa mais é de uma organização que já
possa pensar e se prevenirem quando acontecer
desastres como esses e estarem preparados para que não haja sofrimentos e
desespero.
Por: Renata Machado
Entenda a seca no Chifre da África
A mais severa seca dos últimos 60 anos afeta 12,5 milhões de
pessoas na região conhecida como Chifre da África - que inclui Somália,
Djibouti, Quênia, Uganda e Etiópia. A ONU declarou fome crônica em duas regiões
do sul da Somália, e anunciou que caso nada seja feito, a situação pode se
transformar numa catástrofe humanitária.
A seca não é novidade para os moradores do nordeste africano - ela acontece a cada dois anos ou mais. No entanto, um estudo publicado no começo deste ano por cientistas do Serviço Geológico dos EUA (o USGS) e da Universidade da Califórnia mostra que o aquecimento global pode estar por trás da piora da seca neste ano.
"É muito difícil atribuir um único evento à mudança climática, mas nossa pesquisa sugere fortemente que o aquecimento do Oceano Índico (que está fortemente ligado ao aquecimento global) está contribuindo para mais frequentes e intensas secas", explicou ao G1 o pesquisador do USGS Chris Funk.
Segundo ele, todas as observações e modelos climáticos indicam que o Oceano Índico está aquecendo muito depressa. "Enquanto a magnitude absoluta do aquecimento é muito menor do que em lugares como o Atlântico norte, os impactos da mudança climática podem ser dramáticos, já que o aquecimento de um oceano já muito quente pode criar mudanças climáticas significativas."
A seca não é novidade para os moradores do nordeste africano - ela acontece a cada dois anos ou mais. No entanto, um estudo publicado no começo deste ano por cientistas do Serviço Geológico dos EUA (o USGS) e da Universidade da Califórnia mostra que o aquecimento global pode estar por trás da piora da seca neste ano.
"É muito difícil atribuir um único evento à mudança climática, mas nossa pesquisa sugere fortemente que o aquecimento do Oceano Índico (que está fortemente ligado ao aquecimento global) está contribuindo para mais frequentes e intensas secas", explicou ao G1 o pesquisador do USGS Chris Funk.
Segundo ele, todas as observações e modelos climáticos indicam que o Oceano Índico está aquecendo muito depressa. "Enquanto a magnitude absoluta do aquecimento é muito menor do que em lugares como o Atlântico norte, os impactos da mudança climática podem ser dramáticos, já que o aquecimento de um oceano já muito quente pode criar mudanças climáticas significativas."
Motivos políticos
Além da questão climática, há fatores políticos que pioram
as condições dos moradores da região. "Não é o fator natural que está
produzindo a fome. A ONU e o mundo ocidental estão dizendo que é uma seca que
assolou as pessoas. Nessa parte do mundo as secas são endêmicas. Elas acontecem
a cada poucos anos, mas as pessoas desenvolveram mecanismos para lidar com isso
durante os anos. Esses mecanismos foram destruídos pela guerra civil, pela
guerra ao terror e pela ocupação etíope. As pessoas ficaram tão vulneráveis que
elas perderam tudo o que tinham antes de a seca chegar. Quando a seca chegou,
eles já não tinham nada e ficaram famintos", explicou o professor de
geografia e estudos globais da Universidade de Minnesota, nos EUA, Abdi
Samatar.
Segundo Samatar, que é somali, os muitos anos de guerra
civil, a pirataria, o avanço do grupo extremista Al-Shabaab e a inimizade com
os etíopes tornou a situação do país insistentável. "É uma solução
política, de um governo nacional somali. Pense se não houvesse um estados
unidos durante a catástrofe do Katrina na Louisiana, a maioria das pessoas teria
morrido, o governo dos EUA foi ajuda-los. Então o jeito de ajudar os Somália é
a comunidade internacional dizer: há questões que o mundo precisa ajudar a
resolver: uma delas é a questão da pirataria. Existem vários tipos de
pirataria, a maioria deles não é somali. A questão do possível terrorismo é que
devemos ter um estado que dê conta de suas pessoas. Sem isso a desordem irá
continuar para sempre."
Poucas chuvas anteriores
A atual seca, vinda após repetidos episódios de poucas
chuvas em 2007, 2008 e 2009, está causando severos impactos na questão
alimentar, com emergências decretadas em diversas regiões dos países do Chifre
da África. "Uma parte fundamental dos impactos é que tanto as chuvas de
outubro a dezembro de 2010, como as de março a junho de 2011 foram muito ruins.
Então o total de chuvas em 12 meses foi muito baixo, um dos piores já
registrados", diz Chris.
Em algumas regiões pastoris, foram registradas mortes de 15% a 30% do rebanho entre março e maio deste ano. A época de colheita deve atrasar e ficar aquém do esperado, o que deve aumentar ainda mais o preço dos alimentos, piorando a crise já instalada.
Segundo o cientista, ainda é cedo para prever chuvas em outubro, mas "será uma longa espera até que as águas reabasteçam a forragem para o rebanho e até mais até que as colheitas no início de 2012 tragam alívio. Então mesmo que a seca não piore, os impactos podem se intensificar nos próximos meses."
O Brasil anunciou no dia 28 de julho o envio de 38 mil toneladas de gêneros alimentícios à Somália e 15 mil toneladas de alimentos aos campos de refugiados na Etiópia
Em algumas regiões pastoris, foram registradas mortes de 15% a 30% do rebanho entre março e maio deste ano. A época de colheita deve atrasar e ficar aquém do esperado, o que deve aumentar ainda mais o preço dos alimentos, piorando a crise já instalada.
Segundo o cientista, ainda é cedo para prever chuvas em outubro, mas "será uma longa espera até que as águas reabasteçam a forragem para o rebanho e até mais até que as colheitas no início de 2012 tragam alívio. Então mesmo que a seca não piore, os impactos podem se intensificar nos próximos meses."
O Brasil anunciou no dia 28 de julho o envio de 38 mil toneladas de gêneros alimentícios à Somália e 15 mil toneladas de alimentos aos campos de refugiados na Etiópia
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/08/entenda-seca-no-chifre-da-africa.html
Por uma África melhor
Como
sabemos, a seca na Àfrica vem se tornando cada vez mais um assunto
preocupante,por ocorrer duas vezes
durante o ano,e principalmente por sua mais severa seca não ter acontecido a muito tempo,podemos
dizer que existe um grande motivo para que esse fenômeno aconteça: O
aquecimento global. E conforme citado em pesquisas, as chances de haver uma
seca mais severa ainda , pode ser esse ano, pois o Oceano Índico está aquecendo
muito rápido,enquanto a magnitude absoluta do aquecimento é bem menor do que no
Atlântico por exemplo,assim,os impactos da mudança climática podem ser desastrosas,já
que o aquecimento de um oceano já muito quente pode criar mudanças de clima
significativas.E com todas essas mudanças de clima,quem acaba sendo
prejudicados são os seres humanos,pois interfere na alimentação,o país chegou a
decretar estado de emergência pela falta de alimentos,então só resta a nós
poder se solidarizar e ajudar quem realmente está precisando de ajuda.
Por: Renata Machado
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