II UNIDADE
11/07/2012 13h02 - Visualizado em 12/07/2012 14h47 - Fonte: G1
Agência Europeia alerta sobre riscos de alta quantidade de lixo espacial
De 6 mil satélites lançados, apenas mil continuam em operação, diz ESA.
Material em órbita tem alto potencial destrutivo para equipamentos.
Uma nave espacial tripulada se choca com um pedaço de lixo espacial e fica orbitando à deriva. Esse é o tema do filme "Gravity", estrelado por George Clooney, com data de lançamento prevista para 2013, que fez a Agência Espacial Europeia (ESA) anunciar com preocupação que esta é possibilidade real.
Em comunicado, o órgão aponta que dos mais de 6 mil satélites lançados desde o começo da era espacial, menos de mil seguem operacionais, enquanto o restante entrou novamente na atmosfera ou segue em órbita abandonado.
A situação, de acordo com a agência, significa um alto risco da geração de novos fragmentos de lixo espacial, caso as baterias ou o combustível desses equipamentos causem explosões.
Sobre o potencial destrutivo do material que está em órbita, a ESA explicou que um parafuso, com cerca de dois centímetros que sobrevoe a Terra a uma velocidade de 7,5 quilômetros por segundo pode destruir um satélite.
A entidade apontou ainda que mesmo não se lançando novos satélites, as simulações mostram que os níveis de fragmentos em órbita seguiriam aumentando. Por isso, a ESA criou a iniciativa "Clean Space" (espaço limpo, em livre tradução do inglês).
A agência investiga métodos que contribuam para minimizar o impacto das atividades especiais europeias, reduzindo a geração de resíduos tanto na Terra como no espaço. Os projetos incluem controlar o impacto das tecnologias espaciais sobre o meio ambiente, desde seu desenho e fabricação até sua eliminação no fim de sua vida útil.
Entre os novos processos industriais que se incluem nessa filosofia, por exemplo, estão métodos inovadores de soldagem, por exemplo, que permitem o uso de menos materiais e menos energia, para produzir resultados de maior qualidade.
Não é só na terra que há lixo
Baseados em um filme que conta a história de uma nave que se
choca com um lixo espacial, pesquisadores decidiram avaliar a quantidade de
lixo que há no espaço, lixo estes, que estão sendo lançados desde o começo da
era espacial.
Com o passar dos anos, na medida em que novas descobertas
vão surgindo, velhas naves ou satélites que são lançados vão sendo inutilizados,
o que forma o lixo espacial. Esse lixo oferece risco tanto às outras naves que
estão lá, quando à terra. Segundo a reportagem, um pequeno parafuso, que, no
entanto, se tornaria inofensivo para nós, a apenas 7,5Km/h poderia provocar um
estrago nada agradável.
Se esse lixo estivesse na terra, normalmente,
cientistas descobririam um jeito de reciclá-los, mas por esse lixo estar no
espaço, há uma dificuldade em recolher e trazer para a terra e dar a eles um
destino provisório.
Por: Verônica Fernandes
Postado
em: 09/07/2012 - 13h46 – Visto em: 09/07/2012 às 14:00 - Fonte: Uol
Eurogrupo acelera ajuda a bancos da Espanha para aliviar
pressão
BRUXELAS, 9 Jul 2012 (AFP)
-Os ministros de Finanças dos 17 países que compõem a zona do euro tentam nesta
segunda-feira superar suas diferenças para acelerar o resgate ao setor
financeiro da Espanha, em uma reunião que é seguida com atenção pelos mercados,
que voltaram a levar os juros pagos pela emissão de títulos da dívida espanhola
a níveis recordes e insustentáveis.
Os ministros tentam "alcançar um acordo
político" sobre o Memorando de Entendimento (MoU, na sigla em inglês) com
a Espanha, que defina as condições do empréstimo para recapitalizar e sanear o
setor bancário desse país.
Uma fonte europeia afirmou à AFP que os
ministros de Economia da União Europeia (UE) estão dispostos a aprovar na
terça-feira em Bruxelas uma prorrogação por mais um ano, até 2014, para que a
Espanha alcance a meta de déficit de 3% do PIB, disse uma fonte europeia à AFP.
"A afirmação foi feita durante a reunião de
ministros de Finanças da UE em Bruxelas", disse a mesma a fonte. A Espanha
encerrou o ano de 2011 com um déficit de 8,9% e este ano o país se comprometeu
a alcançar um déficit de 5,3%.
Esta flexibilização está condicionada ao
cumprimento estrito de uma série de recomendações à Espanha. Entre elas, o
governo espanhol de Mariano Rajoy deverá apresentar um plano de reformas
adicionais para compensar a defasagem do déficit de 2011. Além disso, Madri
deve apresentar o quanto antes o plano orçamentário plurianual para 2013-2014.
Ainda segundo esta fonte, serão levados em conta
os últimos prognósticos da Comissão Europeia para Espanha este ano, que prevê
um déficit de 6,4% do PIB.
O acordo de resgate do setor financeiro espanhol
propriamente deve ser firmado em uma reunião de 20 de julho e os fundos para os
bancos podem começar a ser desembolsados imediatamente depois.
A reunião de hoje é crucial para os mercados,
nervosos pela falta de detalhes da ajuda financeira.
A taxa das obrigações espanholas a dez anos
superava nesta segunda-feira os 7%, enquanto que a taxa de risco, o custo pago
pela Espanha com relação a Alemanha para financiar-se, superava os 570 pontos.
"Hoje vamos ver duas questões fundamentais
para a Espanha: o MoU e o programa de déficit excessivo", afirmou antes da
reunião o ministro espanhol de Economia, Luis de Guindos.
Os investidores têm perdido a paciência ante a
falta de esclarecimentos desde o anúncio, feito em 9 de junho, de que a zona do
euro dispõe de até 100 bilhões de euros para recapitalizar os bancos espanhóis,
fragilizados desde a explosão da bolha imobiliária de 2008.
Há também uma questão em aberto referente ao
calendário da ajuda. Segundo um funcionário europeu de alto escalão, a
recapitalização direta dos bancos espanhóis começará quando estiver
oficialmente pronto o supervisor financeiro para a zona do euro, o que não ocorrerá
antes do primeiro semestre de 2013.
A fonte citou o último acordo do Conselho
Europeu do dia 29 de junho, segundo o qual "a recapitalização direta do
setor financeiro espanhol só será feita quando entrar em vigor o supervisor
único, o que não acontecerá antes do primeiro semestre de 2013", afirmou.
Isso significa que o resgate que a zona do euro
ofereceu ao banco espanhol será feito este ano, primeiro com dinheiro do Fundo
Europeu de Estabilização Financeira (FEEF), e depois com o Mecanismo de Estabilidade
Europeu (MEE), que será canalizado através do fundo espanhol de ajuda à
reestruturação do setor bancário (FROB).
Com isso, o Estado espanhol será o responsável e
garantidor do empréstimo, e por isso ele computará como dívida pública.
O ministro espanhol da Fazenda, Cristóbal
Montoro, por sua vez, deu a entender nesta segunda-feira que o governo poderá
anunciar um aumento do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que incide sobre o
preço de venda da maioria dos produtos, para ampliar a arrecadação.
Segundo o ministro, isso seria necessário devido
às perdas na captação de impostos sofridas recentemente pelo país. "Este
debate de subir ou não o IVA não existiria se não fosse o mercado
paralelo", alegou o ministro. De acordo com diferentes estimativas, o mercado
negro é responsável por 20% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.
Crises que não acabam para a Espanha
A Espanha vem passando por crises financeiras há tempos. Os
ministros de finanças tentam alcançar um acordo para que a Espanha saia do
negativo, sendo que, para isso, é necessário ficar devendo, com juros baixos,
mas pegar empréstimos com outros países para recaptalizar o próprio país.
Em questões envolvendo economia, pode ser percebido que é a
maior causa dos problemas em países que já são considerados desenvolvidos. Há
um maior gasto com despesas do país, despesas essas que são na maioria das
vezes desnecessárias.
Os países emergentes sofrem também com essas crises, porém,
ao contrário dos países que já são desenvolvidos, eles precisam pegar
empréstimos com outros países para se construir e não para quitar dívidas
desnecessárias.
Nesse problema, a população sofre com altos
impostos e comerciantes não conseguem retirar tanto a sua renda das suas vendas
e não conseguem também repor os estoques.
Por: Verônica Fernandes
I UNIDADE
O suicídio econômico da Europa
O suicídio econômico da Europa
[17/04/2012 - 08h35]
DO "NEW YORK TIMES"
O "New York Times" noticiou no sábado um fenômeno que parece ser crescente na Europa: suicídios "devidos à crise econômica" --pessoas que se matam por desespero devido ao desemprego e à falência comercial. Foi uma reportagem de partir o coração. Mas estou certo de que eu não fui o único leitor dela, especialmente entre economistas, a se indagar se o fenômeno mais amplo não dirá respeito não tanto a indivíduos quanto à aparente determinação dos líderes europeus em cometer o suicídio econômico da Europa como um todo.
Poucos meses atrás, eu sentia alguma esperança em relação à Europa. Você talvez se recorde que no final do outono europeu passado a Europa parecia estar à beira do derretimento financeiro, mas que o Banco Central Europeu, o equivalente europeu ao Fed, veio socorrer o continente. Ele ofereceu aos bancos da Europa linhas de crédito sem prazo fixo para terminar, desde que dessem como garantia os títulos de dívida de governos europeus. Isto garantiu apoio direto aos bancos e apoio indireto aos governos, pondo fim ao pânico.
A questão era, então, se essa ação corajosa e efetiva assinalaria o início de uma revisão mais ampla, se os líderes europeus aproveitariam a brecha criada pelo banco para reconsiderar as políticas que tinham levado as coisas àquela situação, em primeiro lugar.
Mas eles não o fizeram. Ao invés disso, reafirmaram suas políticas e ideias falidas. E está ficando cada vez mais difícil acreditar que qualquer coisa os fará mudar de rumo.
Considere a situação atual na Espanha, que hoje está no epicentro da crise. Ignore o discurso sobre recessão: a Espanha se encontra numa depressão plena, com o índice de desemprego geral em 23,6%, comparável ao dos EUA na pior fase da Grande Depressão, e o índice de desemprego entre os jovens passa dos 50%. As coisas não podem continuar assim, e a percepção de que não podem é o que está empurrando os custos de crédito da Espanha cada vez mais para cima.
Considere a situação atual na Espanha, que hoje está no epicentro da crise. Ignore o discurso sobre recessão: a Espanha se encontra numa depressão plena, com o índice de desemprego geral em 23,6%, comparável ao dos EUA na pior fase da Grande Depressão, e o índice de desemprego entre os jovens passa dos 50%. As coisas não podem continuar assim, e a percepção de que não podem é o que está empurrando os custos de crédito da Espanha cada vez mais para cima.
De certa maneira, não interessa realmente como a Espanha chegou a este ponto. Mas, já que estamos falando nisso, a história espanhola não guarda nenhuma semelhança com as histórias com moral tão apreciadas pelas autoridades europeias, especialmente as da Alemanha. A Espanha não era fiscalmente perdulária: na véspera da crise o país tinha dívida baixa e um superávit orçamentário. Infelizmente, também tinha uma enorme bolha imobiliária, bolha essa possibilitada em parte por enormes empréstimos feitos por bancos alemães a bancos espanhóis. Quando a bolha estourou, a economia espanhola ficou sem recursos. Os problemas fiscais da Espanha são consequência da depressão da Espanha, e não sua causa.
Mesmo assim, a receita que emana de Berlim e Frankfurt é --sim, você adivinhou-- ainda mais austeridade fiscal.
Para falar francamente, isto não é apenas uma insanidade. A Europa já teve vários anos de experiência com programas de austeridade rígidos, e os resultados são exatamente o que os estudantes de história previam que aconteceria: esses programas empurraram economias deprimidas ainda mais para baixo, numa depressão ainda mais profunda. E, pelo fato de os investidores analisarem o estado da economia de um país quando avaliam sua capacidade de saldar dívidas, os programas de austeridade nem sequer têm funcionado para reduzir os custos do crédito.
Qual é a alternativa? Bem, na década de 1930 --uma era que a Europa moderna está começando a reproduzir com fidelidade crescente--, a condição essencial para a recuperação foi o abandono do padrão ouro. A medida equivalente hoje seria o abandono do euro e a restauração das moedas nacionais. Você pode dizer que isso é inconcebível, e, de fato, seria um evento tremendamente perturbador, tanto econômica quanto politicamente. Mas continuar no rumo atual, impondo austeridade cada vez mais intransigente a países que já estão sofrendo desemprego típico da Grande Depressão --isso, sim, é o que é realmente inconcebível.
Assim, se os líderes europeus quisessem realmente salvar o euro, estariam procurando uma saída alternativa. E, na realidade, a forma que tal alternativa assumiria está bastante clara. A Europa precisa de mais políticas monetárias de expansão, sob a forma de uma disposição anunciada da parte do Banco Central Europeu de aceitar uma inflação um pouco mais alta. Ela precisa de mais políticas fiscais de expansão, sob a forma de orçamentos na Alemanha que se contraponham à austeridade na Espanha e outros países em crise na periferia do continente, ao invés de reforçar a austeridade. Mesmo com essas políticas, os países periféricos enfrentariam anos de dificuldades. Mas pelo menos haveria alguma esperança de recuperação.
Mas o que estamos testemunhando na realidade é a inflexibilidade completa. Em março, líderes europeus assinaram um pacto fiscal que, na prática, define a austeridade fiscal como resposta a todos e quaisquer problemas. Enquanto isso, autoridades chaves no banco central estão fazendo questão de destacar a disposição do banco em elevar os juros diante do menor sinal de alta na inflação.
Assim, é difícil evitar um sentimento de desesperança. Ao invés de admitir que estavam errados, os líderes europeus parecem estar determinados a empurrar sua economia --e sociedade-- penhasco abaixo. E o mundo inteiro pagará o preço.
EM CRISE
Segundo a reportagem, pessoas estão se matando, por desespero, na Europa, com preocupações sobre desempregos e falência de seus estabelecimentos. A crise européia não é recente, se pesquisarmos a fundo, podemos ver um grande histórico de contas com outros países, por exemplo, Alemanha.
Durante o ultimo outono europeu, a Europa enfrentava uma grande crise, só foi salva pelo fato do Banco Central Europeu estar disposto a oferecer linhas de crédito, mas, em troca (como sempre, pois nada é de graça) queriam deixar garantidos os títulos de dívida de governos europeus.
Porém, mesmo com a ajuda, que não foi pouca já que as linhas de crédito estavam sem prazo para terminar, a Europa continuou a se afundar. E continua se afundando cada vez mais. A Espanha, por exemplo, está com o índice de desemprego geral comparado ao “poderoso chefão” (EUA) em sua pior crise.
Alguns economistas sugerem como resultado o abandono do euro e a restauração das moedas nacionais, aumento e rigidez em relação aos impostos cobrados e a elevação de juros. E com isso, mais uma vez, quem sobra é a sociedade.
Por: Verônica Fernandes
Índices europeus caem por preocupação com dívida e EUA
[19/04/2012 - 13h29]
Índices europeus caem por preocupação com dívida e EUA
[19/04/2012 - 13h29]
LONDRES, 19 Abr (Reuters) - As Bolsas europeias fecharam em baixa nesta quinta-feira, sob influência de perspectivas corporativas pouco animadoras e de dados dos Estados Unidos que amorteceram esperanças de recuperação, com aumento do nervosismo dos investidores sobre a crise da dívida soberana na zona do euro.
O índice FTSEurofirst 300, que reúne as principais ações europeias, fechou em queda de 0,52%, aos 1.040 pontos.
Os mercados mostraram preocupação nesta quinta-feira com o aumento dos yields (rendimentos) em um leilão de títulos da dívida da Espanha, e com a possibilidade de um rebaixamento futuro na nota de crédito da França, que tem em suas eleições presidenciais um risco adicional.
"Há eleições chegando na França, a Espanha tem que acertar sua trajetória fiscal e a Grécia está no caldeirão. Posso ver as razões pelas quais a Grã-Bretanha vai ter performance superior à continental, mas essa diferença não vai continuar por muito tempo", avaliou o chefe de pesquisa da Investec Wealth & Investment, John Haynes.
"A perspectiva para os papéis europeus é muito boa nesses níveis de avaliação se você é um investidor, em vez de um operador. Em dois anos ou mais, você vai provavelmente fazer muito dinheiro com ações europeias. Mas... no curto prazo, é difícil ver de onde as notícias positivas vêm", acrescentou.
Nos Estados Unidos, as vendas de moradias usadas recuaram 2,6% em março, enquanto que o Índice de Indicadores Antecedentes cresceu 0,3%, para 95,7, em março.
Em LONDRES, o índice Financial Times ficou estável, registrando apenas 0,01% em terreno negativo, a 5.744 pontos.
Em FRANKFURT, o índice DAX recuou 0,9%, para 6.671 pontos.
Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 2,05%, a 3.174 pontos.
Em MILÃO, o índice Ftse/Mib cedeu 2,01%, para 14.287 pontos.
Em MADRI, o índice Ibex-35 teve desvalorização de 2,42%, a 6.908 pontos.
Em LISBOA, o índice PSI20 teve desvalorização de 0,22%, para 5.177 pontos.
(Reportagem de Toni Vorobyova)
EUROPA X EUA
Podemos ver, claramente e mais uma vez, os Estados Unidos mandando e deixando de mandar em economias de outro continente. Vamos ser francos, a maioria dos continentes, em relação à economia, tem uma parte dos Estados Unidos, e é ai que entra o chamado “imperialismo”. Qual continente vai querer confrontar o “maior de todos”? Pois é.
Com a queda da bolsa de valores, comerciantes e consumidores entram em pânico, preocupados sempre com os rendimentos e com os gastos. No momento, não há uma confiança em relação a essas bolsas subirem, ou seja, nada de boas notícias em relação à economia européia. E como deixam claro no título da reportagem, as bolsas caem por preocupações com as dívidas que o governo Europeu tem com os EUA, ou seja, para ter uma queda tão significativa para o continente, essa dívida não é baixa.
Por: Verônica Fernandes

Vey na Boa Os EUA é um país q qr se manter em cima dos outrso! Absurdo
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