II UNIDADE
06/07/2012 14h45 - Visualizado em 11/07/2012 17h20 - Fonte: G1
Austrália: demanda por trigo continua mesmo com preços altos
Camberra, 06 - Preocupações com as condições climáticas estão puxando para cima os preços globais do trigo e estimulando a demanda pelo grão australiano, com estimativa de exportações fortes pelo menos até a nova safra em novembro, disse Tom Puddy, chefe de comércio de grãos da Cooperativa de Atacado (CBH, na sigla em inglês).
Há muita demanda por trigo da Austrália com as preocupações relativas às lavouras no Hemisfério Norte e problemas logísticos no Mar Negro, segundo Puddy. A CBH é uma das maiores exportadoras de trigo do mundo, com negócios do grão estimados em US$ 40 bilhões neste ano.
Os preços do trigo aumentaram na Bolsa de Chicago (CBOT) nas últimas semanas. "Não é pânico ou medo, mas os consumidores ainda precisam cobrir suas necessidades de curto prazo e não podem esperar para sempre pensando que o preço vai cair. Então, em algum estágio, eles precisam comprar", acrescentou.
A demanda da China tem diminuído em relação ao ano passado, mas o Sudeste Asiático e o Oriente Médio "renovaram seu interesse", disse. "A logística apertada no Mar Negro está criando um pouco de bolha no Oriente Médio, onde eles estão tentando cobrir posições no curto prazo." As informações são da Dow Jones.
Link:http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2012/07/australia-demanda-por-trigo-continua-mesmo-com-precos-altos.html
Link:http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2012/07/australia-demanda-por-trigo-continua-mesmo-com-precos-altos.html
Problemas climáticos ameaçam exportações australianas
A Austrália vem passando por um período de ascensão em exportações no último ano, considerando a queda de produção dos outros países, de maio de 2011 para maio de 2012 as exportações aumentaram 25%, mas estão sendo ameaçadas por problemas climáticos eminentes.
De abril para maio deste ano, as exportações de trigo australianas caíram 3,8%, e isso é decorrente da escassez de chuva prevista para os territórios em que as plantações se concentram, além da ocorrência do El Niño, fenômeno que meche com as correntes de água, e consequentemente, com a umidade do solo e qualidade das plantações.
Logo, o que foi noticiado pelo G1 se encontra ameaçado, pois o país que estava conseguindo se manter e exportar trigo para quem não conseguia produzir agora passa pelas mesmas
necessidades, e isso se agravado, pode acarretar numa forte escassez de trigo nos países orientais, e consequentemente, resultar no aumento dos preços.
Ainda assim, a Austrália ainda é vista como maior fornecedor em potencial para os países orientais, porque, apesar dos problemas climáticos e da queda de exportação e produção, os índices australianos ainda são maiores do que os dos outros países, e isso sem dúvida, garantirá o país no topo das exportações, e, consequentemente, no aumento dos lucros voltados para o plantio de tal cultura.
Por: Ana Carolina Araújo
09/07/2012 15h44 - Visualizado em 09/07/2012 16h19 - Fonte: G1
Mar mais ácido pode afetar alimentos e turismo na Oceania, diz cientista
Tratado como 'osteoporose do mar', problema afeta corais da Austrália. Absorção de CO2 da atmosfera por oceanos torna água mais ácida.
A diretora de uma agência científica norte-americana afirmou nesta segunda-feira (9) que a acidificação dos oceanos é uma das maiores ameaças aos recifes de corais e age como uma doença – a “osteoporose do mar”, nas palavras dela – que pode afetar desde a capacidade de produção de alimentos até o potencial turístico de cada região.
Jane Lubchenco, diretora da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA, na sigla em inglês), participa do Simpósio Internacional de Recifes de Corais, em Cairns, na Austrália.
Os oceanos absorvem o excesso de dióxido de carbono na atmosfera, o que torna a água mais ácida. Estruturas rígidas como as conchas de ostras e o esqueleto dos corais são as mais afetadas pela alteração. Por isso, Lubchenco comparou o efeito à osteoporose, que é uma doença que fragiliza os ossos.“Temos um tipo de tempestade de fatores de estresse de múltiplos lugares realmente golpeando os recifes ao redor do mundo”, afirmou a pesquisadora. “É uma situação muito séria”, completou.
Além da composição de alguns animais, a nova química dos oceanos pode alterar os sentidos de seres marinhos. Pesquisas indicam que o salmão e o peixe-palhaço, entre outros peixes, podem adotar novas rotas de nado devido a mudanças em seu olfato
“O dióxido de carbono que colocamos na atmosfera vai continuar a ser absorvido pelos oceanos por décadas”, afirmou Lubchenco. “Vai levar um bom tempo até que a gente consiga estabilizar e mudar a direção das mudanças simplesmente porque a atmosfera e os oceanos são muito grandes”, concluiu.
Link:http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/07/mar-mais-acido-pode-afetar-alimentos-e-turismo-na-oceania-diz-cientista.html
Link:http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/07/mar-mais-acido-pode-afetar-alimentos-e-turismo-na-oceania-diz-cientista.html
Oceanos mais ácidos
Pesquisas relataram que o nível de acidez nos oceanos aumentou de uns tempos pra cá e isso tem se tornado muito preocupante pelo fato de estar afetando a capacidade de produção.E o o risco do turismo diminuir é grande, pois as pessoas não estarão seguras de viajar para um lugar sabendo que o mar está infectado.
Essa contaminação se dá pelo fato de estar com excesso de carbono na atmosfera, o que torna a água mais ácida, os mais afetados com isso são as conchas de ostras e os esqueletos dos corais, daí foi podemos fazer a comparação com a osteoporose que é uma doença que deixa os ossos mais frágeis.
Problemas futuros podem ocorrer em relação aos animais marinhos, pois essa química que é nova para eles pode acabar alterando completamente os sentidos desses seres. E por mais grave que seja esse problema não há uma solução de imediata a ser tomada, pois o oceano é muito grande e essa ‘doença’ está se espalhando muito rápido.
Por: Renata Machado
I UNIDADE
Denúncia
aponta uniformes de Londres 2012 feitos em condições de exploração
Uma investigação revela que a marca Adidas, patrocinadora dos Jogos Olímpicos de Londres, está utilizando nove fábricas da Indonésia, onde os funcionários trabalham em condições de exploração, para produzir os uniformes oficiais da equipe britânica e dos voluntários.
Os ateliês locais utilizados pela fabricante alemã empregam majoritariamente mulheres jovens que trabalham até 65h semanais por salários ínfimos que não superam o equivalente a R$ 1,03, sustenta o "The Independent".
A investigação também revela que os trabalhadores sofrem agressões verbais e são castigados se não cumprem com os objetivos de produção determinados.
Um porta-voz do Comitê organizador dos Jogos Olímpicos de Londres (Locog) disse neste sábado que as acusações, que consideram "extremamente sérias", serão investigadas.
"Falamos com a Adidas e eles nos garantiram que já estão investigando as denúncias, e que as conclusões serão tornadas públicas", explicou o porta-voz.
Uma das promessas da organização de Londres 2012, os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos, que ocorrerão na capital britânica de 27 de julho a 12 de setembro, era de que seriam os mais éticos da história.
http://esporte.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2012/04/14/denuncia-aponta-uniformes-de-londres-2012-feitos-em-condicoes-de-exploracao.htm
Confraternização entre os povos X Fetichismo da mercadoria
Olimpíadas em Londres 2012 sinal de “Confraternização entre os povos através dos esportes.” Este deveria ser
a principal motivação de uma Olimpíada, mas, na realidade o objetivo deste
evento estar sendo outro. O que deveria servir para a confraternização, a união
e a igualdade entre os povos, estar sendo utilizado com o fundamento de
arrecadar lucros para marcas conhecidas no mercado e industrias comercias.
(como a marca Adidas que foi citada na reportagem acima.
Mercadorias que estão no auge, em propagandas publicitarias, que
despertam interesse de muitos consumidores, pela etiqueta, pelo símbolo ou nome
que carregam impressos no tal. Os quais consumimos e anseiamos em possui-lo
para simplesmente sermos aceitos na sociedade, termos o poder de consumo, mas
que não sabemos a sua real origem.
Muitos indivíduos de países subdesenvolvidos,
estão sendo simplesmente escravizados,
se submetendo a agressões verbais, horas intensas de trabalho sem descanso, castigados se não cumprem com os objetivos de
produção, tudo isto para nos servir como deleite ao fetichismo,onde
os valores são invertidos, as pessoas agem como as coisas e as coisas com
pessoas.
Isto faz com que o individuo ao invés de buscarem produtos que
satisfação as suas necessidade básicas, procuram por coisas que possam elevar o
esse ego, os colocando em um patamar que possam ser bem vistos pela sociedade,
mesmo que isto custe submeter um outro individuo ao trabalho sub humano em
condições precárias de trabalho, a míseros salários, e uma verdadeira
escravidão.Por: Taís Barreto
Esse negocio de exploração acontece muito mesmo, mais ainda existe gente comprando ropinha de emarca achando-se a melhora das pessoas sendo que a blusa para a sua fabricação custou 10 a 15 por cento ou ate memso 5 por cento do custo q eh vendido.
ResponderExcluir