III UNIDADE
04 de outubro de 2012 - 10h25 - Visualizado em 04 de outubro de 2012
Suspeita de 30 mil casos de dengue deixa Paraguai em alerta

O governo do Paraguai determinou alerta sanitário no país devido aos mais de 30 mil casos de suspeita de dengue. O Ministério da Saúde do Paraguai informou ontem que o alarme se justifica principalmente na capital, Assunção, e no Centro e Oeste do país. Por enquanto, 29 mil casos foram confirmados.
Apenas na semana passada, houve 104 novas notificações de casos suspeitos de dengue, registrando uma redução de 6,3% em relação à semana anterior, quando foram identificados 111 casos. De acordo com os dados, 78% das vítimas vivem no Centro e Oeste. Nas últimas três semanas foram 287 notificações em 15 departamentos do país.
Para as autoridades do país, o período considerado mais delicado para a transmissão da doença, que começa em dezembro e se estende até fevereiro, ainda não chegou. No verão, as temperaturas no Paraguai variam de 35°C a 40ºC.
A dengue é transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti que costuma ocupar áreas nas quais a água se acumula. Os sintomas são febre alta, erupções cutâneas, dores de cabeça e vômitos. A dengue do tipo hemorrágica pode levar à morte.
Com informações da emissora multiestatal de televisão, Telesur
Dengue
no Paraguai
A
população do Paraguai vem enfrentando constantemente, problemas relacionados a
doenças. Dessa vez, foi atingida pela Dengue, doença causada pela picada de um
mosquito, o Aedes aegypti, no qual provoca febre
amarela, vômitos e dores de cabeça.
Foram confirmados 29 mil casos de pessoas que contraíram a
doença e ainda existem outros que estão em processo de avaliação, sendo apenas
suspeitas.
A capital do Paraguai é o local mais atingido. Além de
Assunção, o Oeste e o Centro do país também estão em um estado preocupante.
O governo precisa adotar alguma medida urgente, para a resolução deste
problema, pois os dados apontados são extremamente preocupantes, isso porque
ainda nem chegou o período mais propício à doença, que é entre dezembro e
fevereiro, no verão, pois nessa época, a temperatura do Paraguai vai de 35 a
40ºC.Por: Andréia Sarubi
03 de outubro de 2012 - 21h31 - Visualizado em 04 de
outubro de 2012 às 12h42
Brasil propõe cooperação para proteger recursos na A. do Sul
O ministro da Defesa, Celso Amorim, afirmou nesta quarta-feira na Bolívia que a América do Sul necessita de uma política de "cooperação dissuasiva" para proteger seus abundantes recursos naturais diante de "forças adversas" externas à região.
Amorim fez um discurso no aeroporto militar da cidade de Santa Cruz na presença do presidente boliviano, Evo Morales, ao entregar os dois primeiros helicópteros H-1H de um total de quatro que o governo vai doar à Bolívia para a luta contra o narcotráfico.
O ministro destacou que a América do Sul se mostra para o mundo como uma região com um grau crescente de coesão interna, o que também reforça sua capacidade de dissuasão no exterior.
"Eu poderia dizer que a América do Sul necessita de uma cooperação dissuasiva ou uma dissuasão cooperativa voltada para o exterior, para que esteja preparada para proteger seus enormes recursos naturais", disse.
"Este país, a Bolívia, riquíssimo em muitos recursos, tem que estar protegido e o melhor seria fazer isso de maneira cooperativa sem que, em momento algum, isso signifique menosprezo da soberania de cada parte", acrescentou o ministro.
Amorim também enfatizou que em meio às crises mundiais (alimentícia, energética e ambiental) os países da região devem "estar prontos para dissuadir as forças adversas que desconheçam" a soberania das nações para ter acesso a esse patrimônio natural.
"As estratégias nacionais de defesa serão mais eficazes quando puderem contar com uma articulação em nível sul-americano", insistiu. O ministro destacou as iniciativas de integração em andamento no Conselho de Defesa Sul-Americano da União das Nações Sul-americanas (Unasul).
Por sua parte, Morales agradeceu a doação das aeronaves e destacou os esforços de seu país na luta contra o tráfico de drogas, assim como voltou a acusar os Estados Unidos de usarem seus relatórios sobre o assunto com fins "geopolíticos".
Morales também destacou que a Organização das Nações Unidas (ONU) em um recente relatório estabeleceu que a Bolívia atingiu em 2011 uma redução líquida de 12% das plantações ilegais de coca, base para a fabricação de cocaína.
Uma das principais preocupações do Brasil é que 60% da cocaína encontrada em seu mercado vêm da Bolívia, cujo governo garante, por sua parte, que um percentual similar da droga que circula em território boliviano tem origem no Peru.
Ambos os países também realizaram várias operações militares conjuntas na fronteira para o controle de vários crimes e têm acordos para concretizar os primeiros voos de um Veículo Aéreo Não-Tripulado (VANT) do Brasil para vigiar a fronteira, operação ainda sem data de início. EFE
Link: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI6200859-EI8140,00-Brasil+propoe+cooperacao+para+proteger+recursos+na+A+do+Sul.html
Link: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI6200859-EI8140,00-Brasil+propoe+cooperacao+para+proteger+recursos+na+A+do+Sul.html
O
ministro da defesa, Celso Amorim, juntamente com os demais governantes do
Brasil, entraram em um processo de proteção aos recursos naturais de toda a
América do Sul. Como iniciativa, o Brasil doou quatro helicópteros para a
Bolívia, a fim de amenizar o problema com o tráfico de drogas.
Evo
Morales, presidente da Bolívia, ficou muito agradecido pelas aeronaves e
enfocou que a ONU (Organização das Nações Unidas) colocou que “a Bolívia atingiu em 2011 uma redução líquida de 12%
das plantações ilegais de coca, base para a fabricação de cocaína”.
É possível perceber através disso, uma preocupação por parte principalmente
do Brasil, mas também de outros países sul-americanos, com relação a cuidar de
toda riqueza que pertence a América do Sul, para que no futuro, se houver
alguma crise, o continente esteja abastecido o suficiente para suprir as
necessidades de toda população.Por: Andréia Sarubi
II UNIDADE
24/11/2011 07h27 - Visualizado em 11/07/2012 - Fonte: G1
Ministros de países da América do Sul discutem combate à aftosa
O combate à febre aftosa foi o principal tema do encontro de ministros da Agricultura que formam o Conselho Agropecuário do Sul, que reúne Brasil,Argentina, Chile, Uruguai, Bolívia e Paraguai, na quarta-feira (23) em Brasília.
O último foco da doença foi registrado no Paraguai há quase três meses em uma fazenda na província de San Pedro, a 150 quilômetros da fronteira com o Brasil. Oitocentas e dezenoves cabeças de gado foram sacrificadas e enterradas em valas comuns.
Para evitar que a doença invada outros territórios os ministros assinaram uma declaração de apoio ao país. O conselho ofereceu ajuda técnica e um comitê veterinário vai visitar o Paraguai para ajudar a melhorar o controle sanitário.
O Brasil falou sobre ações conjuntas para erradicar a doença e o ministro frisou a importância do Brasil melhorar o status sanitário de todos os estados.
“Nós temos até o fim do ano que vem para transformar o Brasil numa região livre de aftosa com vacinação”, diz Mendes Ribeiro Filho, ministro da Agricultura do Brasil.
Uma das decisões tomadas no encontro foi a criação de um bloco econômico que represente os seis países na próxima reunião da OMC, Organização Mundial do Comércio, no dia 15 de dezembro, em Genebra, na Suíça. Segundo o Ministério da Agricultura do Brasil, esses países são responsáveis por 13% da produção mundial de grãos e de proteínas de origem animal.
Febre aftosa afeta país da América do Sul
A reportagem retrata um surto de casos da febre aftosa no Paraguai. A febre aftosa é uma doença viral altamente contagiosa que afeta gado bovino, búfalos, caprinos, ovinos,cervídeos, suínos e outros animais que possuem cascos fendidos. Não afeta seres humanos e é tratada com vacina.
O Conselho Agropecuário do Sul, que reuniu Brasil, Argentina, Chile, Uruguai, Bolívia e Paraguai, na quarta-feira (23 de Junho) em Brasília, discutiram sobre o problema em questão e assinaram uma declaração de apoio ao país, oferecendo ajuda técnica e um comitê veterinário para visitar o Paraguai e ajudar a melhorar o controle sanitário.
O último caso registrado foi em San Pedro, onde Oitocentas e dezenove cabeças de gados foram sacrificadas por contrair a doença.
O governo brasileiro aproveitou para ressaltar a importância de o Brasil melhorar o status sanitário de todos os estados e o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho alertou para transformação do Brasil em uma região livre de aftosa com vacinação.
É possível perceber então que a febre aftosa é uma doença muito grave e precisa ser levada a serio para que não prejudique os animais, e consequentemente, a agropecuária dos países. E por isso é válida a reunião entre os ministros responsáveis para discutir a situação no Paraguai e prevenir os demais países de que cheguem a esse ponto.
Por: Andréia Sarubi
11 de julho de 2012 • 12h20 • Visualizado em 11/07/2012 - Fonte: Terra
OCDE conta com América do Sul para suprir demanda alimentar mundial
A produção agrícola mundial precisa crescer 60% antes de 2050 para cobrir as necessidades de alimentação de uma população mundial mais numerosa, mais urbana e mais rica, afirma nesta quarta-feira um relatório da OCDE e da FAO, que conta com o "grande celeiro" da América do Sul para alcançar este objetivo.
Este crescimento implica produzir 1 bilhão de toneladas de cereais e 200 milhões de toneladas de carne a mais por ano em relação aos níveis de 2007, segundo o relatório de perspectivas agrícolas da Organização para a Alimentação e a Agricultura das Nações Unidas (FAO) e da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Segundo as duas organizações, o crescimento de produção virá principalmente dos países emergentes, como Brasil, China, Indonésia, Tailândia, Rússia e Ucrânia, um aumento da produção que, no entanto, será menos importante que o dos últimos anos. Nas últimas décadas, a produção agrícola mundial foi superior aos 2% anuais, mas, segundo as projeções do informe, se limitará no futuro a 1,7% por ano.
Apesar desta desaceleração, o crescimento da produção será superior ao crescimento demográfico, de modo que a produção por habitante siga aumentando 0,7% por ano, segundo a OCDE e a FAO. "A mensagem principal é que a segurança alimentar continua sendo nossa prioridade", declarou o brasileiro José Graziano da Silva, diretor-geral da FAO. Segundo Graziano, as boas notícias na América Latina são que "a América do Sul, especialmente, está se convertendo em um grande celeiro" do mundo. "A produtividade também está crescendo" na região, comentou.
Produção em aumento de biocombustíveis
Estes cálculos não levam em conta o crescimento no setor de biocombustíveis, no qual os especialistas preveem a duplicação da produção mundial de bioetanol e de biodíesel antes de 2021, concentrada principalmente em Brasil, Estados Unidos e União Europeia, o que significa o uso de mais terras que não poderão ser utilizadas para produzir alimentos.
Segundo as projeções do relatório, o Brasil se tornará nos próximos anos o segundo produtor mundial de etanol e em 2021 o etanol brasileiro derivado da cana-de-açúcar representará 51 bilhões de litros, ou seja, 28% da produção mundial. A FAO e a OCDE também advertem que o aumento da produção agrícola dos últimos anos, facilitado pelo aumento de terras cultivadas e pelo uso de fertilizantes, entre outros, não poderá manter o mesmo ritmo no futuro.
"O aumento da produtividade, o crescimento verde e mercados mais abertos serão essenciais para poder atender às necessidades alimentares e nutricionais das gerações futuras", assegurou o secretário-geral da OCDE, Angel Gurría, em um comunicado. "Os governos devem renunciar às práticas que distorcem o comércio e criar um ambiente favorável para uma agricultura próspera e sustentável, apoiada pelo aumento da produtividade", acrescentou.
Segundo o relatório, cerca de 25% de todas as terras agrícolas estão degradadas, e ressalta a necessidade de melhorar o uso sustentável dos recursos disponíveis, como o solo, a água, os ecossistemas marinhos, os cardumes, as florestas e a biodiversidade. O relatório da FAO e da OCDE também pede que a pesquisa seja reforçada para ajudar ainda mais as pequenas explorações agrícolas, mas também para reduzir as perdas e os resíduos e responder ao aumento da demanda.
América do Sul: "celeiro" mundial
A notícia retrata o objetivo de suprir a demanda mundial em alimentação, produzindo um bilhão de toneladas de cereais e 200 milhões de toneladas de carne a mais que o ano de 2007, uma meta que deverá ser alcançada em 2050.
Segundo a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a Organização para a Alimentação e a Agricultura das Nações Unidas (FAO), "a mensagem principal é que a segurança alimentar continua sendo nossa prioridade". É possível perceber um foco nas organizações citadas em suprir as necessidades alimentícias da população mundial.
Além disso, um fator importante citado na reportagem é que a América do Sul, em especial “está se convertendo em um grande celeiro do mundo”, isto é, espera-se que daqui a alguns anos, com esse constante crescimento na produtividade da região, ela será de extrema importância para contribuir no alcance desse objetivo.
Porém, a FAO e a OCDE alertam para alguns problemas que precisam ser levados a sério o quanto antes, que é o caso do crescimento na produção de biocombustíveis, o que acarreta em tomar muitas terras, que deveriam ser utilizadas na produção de alimentos. As maiores concentrações da produção estão em Brasil, EUA e União Européia. Outro problema está no uso excessivo de fertilizantes, agrotóxicos e outros produtos químicos, que deverão ser reduzidos para que se consiga atingir a meta estabelecida.
Por: Andréia Sarubi
I UNIDADE
[16/04/2012 - 17h17]
Argentina
suspende registro da Bunge por evasão fiscal
BUENOS AIRES, 16 Abr (Reuters) - O fisco argentino suspendeu nesta
segunda-feira o registro de operador de grãos da companhia do agronegócio
Bunge, uma medida que retira alguns benefícios de suas atividades no país,
enquanto a Justiça determinou um embargo dos bens da empresa por supostas
irregularidades fiscais.
"A
companhia realizou triangulações nocivas de exportações, o que teria permitido
evadir mais de 435 milhões de pesos (100 milhões de dólares) em impostos, nos
anos 2006 e 2007", afirmou a Administração Federal de Ingressos Públicos
(AFIP) em comunicado.
A órgão
afirmou ainda que a Justiça embargou bens da empresa em garantia. O embargo
envolve ativos da ordem de 57 milhões de dólares, segundo a AFIP.
A Bunge
já havia sido suspensa em março de 2011 pela AFIP.
O governo
da presidente Cristina Kirchner, conhecido por suas políticas
intervencionistas, tem tido uma relação tensa com as grandes companhias do
setor agropecuário. No ano passado, várias empresas tiveram seu registro
suspenso pela acusação de evadir somas milionárias de impostos.
A
suspensão do registro da companhia holandesa não deve afetar significativamente
sua capacidade de fazer negócios na Argentina. Contudo, aumenta sensivelmente o
clima de insatisfação no setor no país que é o principal exportador de óleo de
soja e de farelo.
A
ausência do registro impõe desafios logísticos diante das restrições
governamentais para transportar grãos no país. Mas a suspensão não deve
empurrar para baixo as exportações, uma vez que as companhias impossibilitadas
de ter registro podem simplesmente pagar outros para transportar suas cargas.
Um
porta-voz da companhia não estava imediatamente disponível para comentar o
assunto, mas a Bunge vem, repetidamente, negando as acusações.
Estimativas
privadas indicam que 5 por cento da receita fiscal argentina vem dos grãos. A
presidente é frequentemente criticada pelo setor e outros grupos industriais
por aumentar o papel do Estado no setor privado.
Nesta
segunda-feira, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, disse que vai
enviar ao Congresso um projeto de lei para expropriar a parte do acionista
majoritário da petrolífera Repsol-YPF, a maior do país, e que é culpada há
meses pelo governo pelo declínio da produção de petróleo e gás argentina.
(Reportagem
de Hug Bronstein e reportagem adicional de Walter Bianchi)
Irregularidades na Bunge
A reportagem
retrata da suspensão de um registro de
operador de grãos da companhia do agronegócio Bunge em Buenos Aires, Argentina.
Os bens da empresa foram embargados pela justiça
por conter irregularidades fiscais, como por exemplo, a realização de
“triangulações nocivas de exportações, permitindo evadir mais de 435 milhões de
pesos (100 milhões de dólares) em impostos, nos anos 2006 e 2007", afirmou
a Administração Federal de Ingressos Públicos (AFIP). A empresa Bunge já havia
sido suspensa em março de 2011 pela AFIP.
Existem dados que comprovam que no ano passado
houve outros embargamentos acusados de evadir somas milionárias de impostos. Porém,
a Bunge nega qualquer acusação.
Com isso, a relação entre a presidente Cristina
Kirchner e as grandes empresas de agropecuária tem se estremecido, tornando-se
sensível e de difíceis acordos. Ela é frequentemente criticada pelo setor
agropecuário e por outros grupos industriais por aumentar o papel do Estado no
setor privado.
As estimativas privadas indicam que cinco por
cento da receita fiscal argentina vem dos grãos. Eles são o principal país exportador
de óleo de soja e de farelo.
É possível perceber então, que uma série de
fatores demonstra um possível problema governamental e que acarreta
consequentemente, outros fatores que afetam a imagem do país, pois além de aumentar
sensivelmente o clima de insatisfação no setor, causam insegurança para
negócios com outros países.
Por: Andréia Sarubi
16/04/201211h37
MST inicia série de protestos pelo país contra
Dilma e o "pior ano" para assentamentos desde 1995
O MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) começa a realizar
uma série de ocupações e protestos pelo país nesta segunda-feira (16). A
principal manifestação acontece em Brasília, onde cerca de 1.500 sem-terra
ocuparam, nesta manhã, o prédio do MDA (Ministério de Desenvolvimento Agrário).
O alvo principal dos protestos é a presidente Dilma Rousseff, que teria
reduzido o ritmo de criação de assentamentos e cortado crédito para a área.
Vários outros protestos acontecem pelo país.
Segundo José Damasceno, da coordenação nacional do MST, a ocupação do
ministério teve início às 5h40 e abriu a Jornada Nacional de Lutas pela Reforma
Agrária, conhecida como “Abril Vermelho”, que todos os anos ocorre em lembrança
ao massacre de Eldorado dos Carajás (PA) –que resultou na morte de 21
trabalhadores rurais e que completa 16 anos nesta terça (17).
A principal reivindicação do movimento é o pedido de uma audiência com a presidente Dilma Rousseff para cobrar providências e mais recursos para a olitica fundiária. O movimento pede também a elaboração de um plano emergencial para o assentamento das mais de 186 mil famílias acampadas e a criação de um programa de desenvolvimento dos assentamentos, com investimentos em habitação rural, educação, saúde e crédito agrícola.
Segundo números apresentados pelo MST nesta segunda-feira, o primeiro ano do governo Dilma (2011) foi marcado por ter o menor número de criação de assentamentos nos últimos 16 anos. “Agora em abril, o Ministério do Planejamento cortou mais de 60% do orçamento do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), o que deve inviabilizar os programas de assistência técnica e educação. Não podemos admitir que a burocracia do governo corte as verbas relacionadas à melhoria da produtividade e à educação, compromissos sempre tão reforçados nos discursos da presidente Dilma”, disse, em nota, Alexandre Conceição, da Direção Nacional do MST.
A principal reivindicação do movimento é o pedido de uma audiência com a presidente Dilma Rousseff para cobrar providências e mais recursos para a olitica fundiária. O movimento pede também a elaboração de um plano emergencial para o assentamento das mais de 186 mil famílias acampadas e a criação de um programa de desenvolvimento dos assentamentos, com investimentos em habitação rural, educação, saúde e crédito agrícola.
Segundo números apresentados pelo MST nesta segunda-feira, o primeiro ano do governo Dilma (2011) foi marcado por ter o menor número de criação de assentamentos nos últimos 16 anos. “Agora em abril, o Ministério do Planejamento cortou mais de 60% do orçamento do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), o que deve inviabilizar os programas de assistência técnica e educação. Não podemos admitir que a burocracia do governo corte as verbas relacionadas à melhoria da produtividade e à educação, compromissos sempre tão reforçados nos discursos da presidente Dilma”, disse, em nota, Alexandre Conceição, da Direção Nacional do MST.
Pelos Estados
Em
Fortaleza, os integrantes do MST ocuparam o Palácio da Abolição, sede do
governo cearense. Os agricultores pedem medidas das autoridades no combate aos
efeitos da longa estiagem que atinge o Nordeste e que causou a perda da safra
agrícola e morte de animais. Eles pedem também dos governos federal e estadual
que sejam garantidos recursos para projetos de assistência técnica, educação e
moradia.
Com barracas, os manifestantes acampam na frente do palácio e prometem permanecer até que providências sejam anunciadas. Além disso, o MST pede que o governador Cid Gomes (PSB) tente intermediar um encontro de líderes do movimento com Dilma. Na pauta estadual, cobram o assentamento imediato de 2.000 famílias que hoje ocupam áreas urbanas.
Em Pernambuco, o MST informou que cerca de 100 famílias ocuparam, na madrugada do sábado (14), as terras da fazenda Serra Grande, no município de Gravatá (a 92 km do Recife). A promessa do movimento é realizar outras 20 ocupações no Estado durante o mês de abril.
No Paraná, cerca de 2.000 trabalhadores chegaram hoje a Curitiba. Eles chegaram a Praça 29 de Março e iniciaram uma marcha até a Superintendência Regional do Incra para entregar a pauta de reivindicações. No Estado, os sem terra alertam que cerca de 6.000 famílias permanecem acampadas em situação precária, à beira de rodovias e em áreas ocupadas. Eles denunciam violência e pedem assistência técnica.
No Mato Grosso, cerca de 700 integrantes do MST bloquearam a BR-163, no município de Sorriso. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, os manifestantes fecharam a rodovia no km 761 para reivindicar promessas não cumpridas pelo Incra. Apenas veículos de emergência estão sendo liberados e passando pelo bloqueio.
Com barracas, os manifestantes acampam na frente do palácio e prometem permanecer até que providências sejam anunciadas. Além disso, o MST pede que o governador Cid Gomes (PSB) tente intermediar um encontro de líderes do movimento com Dilma. Na pauta estadual, cobram o assentamento imediato de 2.000 famílias que hoje ocupam áreas urbanas.
Em Pernambuco, o MST informou que cerca de 100 famílias ocuparam, na madrugada do sábado (14), as terras da fazenda Serra Grande, no município de Gravatá (a 92 km do Recife). A promessa do movimento é realizar outras 20 ocupações no Estado durante o mês de abril.
No Paraná, cerca de 2.000 trabalhadores chegaram hoje a Curitiba. Eles chegaram a Praça 29 de Março e iniciaram uma marcha até a Superintendência Regional do Incra para entregar a pauta de reivindicações. No Estado, os sem terra alertam que cerca de 6.000 famílias permanecem acampadas em situação precária, à beira de rodovias e em áreas ocupadas. Eles denunciam violência e pedem assistência técnica.
No Mato Grosso, cerca de 700 integrantes do MST bloquearam a BR-163, no município de Sorriso. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, os manifestantes fecharam a rodovia no km 761 para reivindicar promessas não cumpridas pelo Incra. Apenas veículos de emergência estão sendo liberados e passando pelo bloqueio.
O massacre
O
"Abril Vermelho" de 2012 também pede justiça contra os acusados de
liderarem a ação da Polícia Militar do Pará, em 1996, na BR-155, em Eldorado
dos Carajás, que terminou com 21 camponeses mortos. Segundo o MST, os dois
comandantes da polícia militar condenados há 220 anos de prisão pelos crimes
estão soltos.
No Pará, a ala Juventude do MST iniciou, no último dia 8, o 7º acampamento pedagógico “Oziel Alves”, em Eldorado dos Carajás. Todos os dias, às 17h, os jovens fecham a rodovia onde ocorreram as mortes por 21 minutos, em memória aos mortos no massacre. Para o último dia do acampamento, nesta terça-feira (17, Dia Internacional da Luta Camponesa), está marcado um ato político na cidade.
Para o Rio de Janeiro, o MST marcou um ato, nesta terça-feira, em frente à sede do poder Judiciário. Eles também vão protestar contra a impunidade do massacre. (Com agências Brasil e Estado)
No Pará, a ala Juventude do MST iniciou, no último dia 8, o 7º acampamento pedagógico “Oziel Alves”, em Eldorado dos Carajás. Todos os dias, às 17h, os jovens fecham a rodovia onde ocorreram as mortes por 21 minutos, em memória aos mortos no massacre. Para o último dia do acampamento, nesta terça-feira (17, Dia Internacional da Luta Camponesa), está marcado um ato político na cidade.
Para o Rio de Janeiro, o MST marcou um ato, nesta terça-feira, em frente à sede do poder Judiciário. Eles também vão protestar contra a impunidade do massacre. (Com agências Brasil e Estado)

Dois otimos textos ... Gostei dos seus argumentos. Parabéns
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